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Depois da Assembleia o Chumbo da Câmara de Loures aos Documentos Provisionais dos SIMAR

Bernardino Soares precisava deste chumbo para abrir a janela das negociações

O caminho até chegar a um acordo para o preço da Água em Loures não tem sido fácil. Depois da passagem dos documentos na Câmara com a abstenção do PS e com o chumbo destes mesmos documentos na Assembleia Municipal de 28 de Dezembro, era sabido que teria de haver negociação entre PS, PCP e PSD para um novo entendimento.

Mais de um mês depois e, sem que tivesse havido qualquer negociação, o mesmo documento que havia sido rejeitado com os votos do PS, PSD e PPM, foi de novo apresentado na reunião extraordinária da Câmara Municipal de Loures de ontem 2 de Fevereiro de 2018.
Para o PCP e pela voz de Bernardino Soares um dos problemas foi a alteração de posição do PS que na primeira reunião de câmara se absteve e depois na Assembleia de 28 de Dezembro votou contra. Ora, por exemplo, o mesmo PCP em Odivelas sucede várias vezes votar de uma forma na Câmara e de outra forma na Assembleia Municipal.

Era possível após a Assembleia Municipal de 28 de Dezembro ter havido negociações e, o PS e mesmo o PSD manifestaram abertura para isso… porque não aconteceram? Talvez porque Bernardino Soares precisava deste chumbo que aconteceu no dia 2 de Fevereiro para ter uma janela aberta para a negociação.

Certo mesmo é que tal como Bernardino Soares anunciou no fim da reunião de câmara, já a partir da próxima semana se inicia uma ronda de negociações entre o PCP e a Oposição.

Na verdade, este é mais um episódio em que ninguém ficou bem na fotografia.

N.R. Surpreendente a intervenção de um dos trabalhadores dos SIMAR ao afirmar alto e bom som que nos SIMAR há racismo

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